Pesquisadores do Grupo de Estudo e Pesquisa em Estudos Comparados, Crítica e Africanidades (Gepecca) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) realizaram, na manhã da segunda-feira (09/09), a primeira ação do projeto Afroliterariedades na Escola Municipal Poetisa Cora Coralina Escola, localizada na zona norte de Manaus.
Visando expandir o conhecimento e a prática de leitura das literaturas africanas e afro-brasileira em escolas públicas de Manaus, a iniciativa é coordenada pela doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Letras e Artes (PPGLA) Profa. Ma. Lethicia Bernadino, sob orientação da Profa. Dra. Renata Rolon, docente do PPGLA, ambas pesquisadoras do Gepecca.
A programação incluiu as atividades em sala de aula explorando “As Aventuras de Ngunga”, ministrada pela Profa. Ma. Emanuelle Valente para as turmas de 8º ano do turno matutino, “Versos que resistem: navegando pelas memórias de Conceição Evaristo”, ministrada pela Profa. Karolina Gonzaga para as turmas do 9º ano, e simultaneamente, a Profa. Ma. Lethicia Bernardino ministrou a formação a lei 10.639 e possibilidades para a mediação de leitura das literaturas africanas e afro-brasileira em sala de aula aos docentes da disciplina de Língua Portuguesa dos 8º e 9º anos.


As ações do projeto Afroliterariedades na Escola acontecerão em mais três escolas de Manaus, sendo elas: Escola Municipal Biólogo Adolpho Ducke, Escola Estadual Prof. José Bernardino Lindoso, ambas na zona norte, e Escola Estadual Altair Severiano Nunes, na zona centro-sul.
O projeto foi contemplado na categoria Literatura, modalidade Capacitação e Formação pelo Prêmio Manaus Identidade Cultural Demais Linguagens – Edital de chamamento público n° 005/2023 (Lei n° 195/2022 Paulo Gustavo), realizado pela Prefeitura de Manaus, por meio do Conselho Municipal de Cultura, e pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura.
Sobre o Gepecca
Formado em 2020, sob coordenação da Profa. Dra. Renata Rolon, o Grupo objetiva fomentar a análise acerca dos autores e obras dos países que fazem parte dos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOPs), a partir do comparatismo literário em conjunto com a crítica e com a literatura brasileira.
Texto: Milena Amaral/Ascom UEA








