A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) realizou, nesta sexta-feira (22/11), a entrega dos certificados da primeira turma do curso “Programa de Capacitação de Professores de Alta Performance em Inteligência Artificial” promovido pela Escola do Futuro, vinculada à Escola Normal Superior (ENS). A solenidade ocorreu na da Reitoria da UEA, localizada na avenida Djalma Batista, 3.578, Flores.
Com o objetivo de capacitar docentes na utilização da Inteligência Artificial para auxiliar os trabalhos administrativos e pedagógicos, o curso foi realizado no período de 13 de setembro a 1° de novembro e, durante as aulas, foram ministrados quatro módulos com atividades teóricas e práticas no laboratório de informática da ENS.
O pró-reitor de ensino de graduação, Prof. Dr. Fabio Carmo, representando o reitor da UEA, Prof. Dr. André Zogahib, falou sobre uso da Inteligência Artificial no meio acadêmico e a importância da ferramenta na atualidade.
“É um momento muito importante para a universidade, pois estamos começando a entrar no cenário onde a Inteligência Artificial está se tornando uma ferramenta de auxílio em diversas áreas e discutindo métodos de incluir no meio pedagógico. A inteligência artificial vem para refletirmos. Isso não significa que iremos perder nossos empregos, mas iremos melhorar a nossa capacidade de entender sobre tudo isso e produzir muito mais conhecimento para a nossa universidade através da IA”, disse o professor.
O diretor da ENS, Prof. Dr. Otávio Rios, destacou a importância da inclusão da capacitação. Segundo ele, a UEA está se posicionando para capacitar esta trajetória que será excepcional. “É a primeira turma e acredito que seja também, dentro daquilo que venho pesquisando, não só no Amazonas, mas no Brasil, que seja a primeira universidade pública que faça uma certificação desse tipo para seus professores.”
Relato de professora participante
Para a Prof.ª Dra. Daniela Mariana, do curso de Geografia, a capacitação abriu diversas possibilidades para a realização de trabalhos pedagógicos e serviu como uma solução de atividades rotineiras, mostrando que devemos nos adaptar às novas tecnologias.
“Não é mais possível vivermos apenas a partir de quadro branco, de recursos que são os tradicionais. É necessário que nós possamos, ao longo das nossas aulas, inserir a inteligência artificial de uma maneira otimizada com os nossos alunos, para que eles possam compreender como essa ferramenta pode ser utilizada nas pesquisas acadêmicas e interagir a partir dessas novas possibilidades”, enfatizou.








