A acadêmica do curso de pedagogia Ayla dos Santos e a acadêmica do curso de Letras Izabella Fontenele exibiram suas pesquisas, realizadas no âmbito da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), no I Congresso Internacional de Educação Especial, XII Seminário de Educação Especial, III Seminário Latino-Americano de Educação Especial e I Fórum das Licenciaturas em Educação Especial das Instituições Públicas de Ensino, ocorrido entre os dias 11 e 13 de novembro, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul.
Os dois estudos relatavam experiências de estágio vividas pelas estudantes, como tutoras, no Núcleo de Inclusão de Pessoas com Necessidades Específicas (Nipne) da Escola Normal Superior (ENS), orientado pela Prof.ª Dra. Joab Grana Reis. Trazendo o tema “Ensino superior: vivências em um núcleo de inclusão”, Ayla apresentou o relato sobre a construção de um planejamento acadêmico para um aluno com necessidades específicas, que estava passando por dificuldades em uma matéria da instituição.
“Esse trabalho colaborativo proporciona a inclusão no ensino superior, pois com as atividades de tutoria somados a colaboração da docente responsável pela disciplina em questão, o resultado foi a aprovação do aluno e um ensino efetivo”, comentou a estudante de pedagogia.


Já o relato de Izabella, intitulado “Da inclusão à transformação: ações no ensino superior”, exibiu a experiência na inserção de um acadêmico cego na produção textual universitária. Segundo a estudante de Letras, esse estudo atua diretamente na construção de uma cultura inclusiva dentro dos espaços acadêmicos públicos não especializados. “Esse trabalho influencia não somente nos meus conhecimentos, mas também na minha construção enquanto ser humano, visto que a pesquisa e toda a experiência trabalham diretamente com a diversidade humana”, complementou.
Os resultados obtidos enfatizam a importância de construir uma sociedade igual por meio da educação, onde todos precisam ter acesso às mesmas oportunidades. O compromisso da universidade é trabalhar na formação de profissionais qualificados a desenvolver essa inclusão dentro ou fora das salas de aula, conforme as estudantes puderam representar no congresso.

Fotos: Arquivo pessoal








