Com o tema “Demandas Globais no Contexto Local de Ensino e Aprendizagem da Língua Inglesa”, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) realizará a I Semana de Letras – Língua Inglesa. O evento ocorrerá no período de 1º a 3 de julho em 15 municípios do Amazonas (Barcelos, Coari, Codajás, Careiro Castanho, Ipixuna, Lábrea, Itacoatiara, Maués, Manicoré, Manacapuru, Parintins, Tabatinga, Tefé, São Gabriel da Cachoeira e Urucurituba).
Vivian Gomes Monteiro Souza será a responsável pela palestra de abertura com o tema “Linguística Sistêmico-Funcional: Para quê e para quem?” Vivian é doutoranda e mestra em Linguística Aplicada na Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp) e licenciada em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas pela UEA.
A professora Vanúbia Araújo Laulate Moncayo explica que o segundo dia do evento haverá várias atividades em cada município de oferta do curso.
“Essas atividades foram produzidas pelos professores que estão lotados nos municípios, e no terceiro dia, nós teremos o encerramento do evento com a conferência do professor mestre Douglas Batista, que também é egresso da UEA, que vai falar sobre Shakespeare, seu tempo e suas obras”, destacou.
O evento conta com a coordenação geral e pedagógica do curso de Letras de Língua Inglesa Presencial Mediado por Tecnologia, a professora Vanúbia Araújo Laulate Moncayo e a professora Elisabeth Brito, juntamente com os 15 professores coordenadores dos cursos. A Semana também tem o apoio da Pró-Reitoria de Interiorização (Proint) e Gestão Superior.
Vanúbia destaca ainda que o evento encerrará com uma carta-convite para convidar os professores que estão envolvidos no projeto para desenvolverem pesquisas relacionados ao inglês e o impacto no interior do Estado.
Sobre a palestrante
Vivian Gomes Monteiro Souza é doutoranda e mestra em Linguística Aplicada na Universidade Estadual de Campinas (IEL/Unicamp) e licenciada em Letras Língua Portuguesa e Literaturas na Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Atualmente, trabalha com a pesquisa sobre como a migração, migrantes e refugiados são acolhidos no Brasil por meio de narrativas individuais em arquivos museológicos brasileiros.








